Mário Máximo

Mário da Silva Máximo, é natural da Foz do Arelho, bem como toda a sua família. O pai trabalhava na agricultura e tinha um moinho, onde produzia farinha e pão para venda. Em criança brincava na praia da Lagoa de Óbidos. Frequentou a Escola Primária Almeida Grandella indo, depois, para Canas de Senhorim, até ingressar na Marinha. Posteriormente, foi funcionário da NATO. Foi emigrante na cidade de Riverside, nos Estados Unidos da América, onde trabalhou numa fábrica de mobiliário. Mais tarde, trabalhou na cidade de Philadelphia. Quando regressou a Portugal, em 2001, notou alterações tanto na Lagoa de Óbidos, como no nível de vida da população da zona. Lamenta a destruição dos bosques devido à construção civil, e o assoreamento da Lagoa, que considera uma ameaça às espécies autóctones.

0:01 – Informação biográfica

0:10 – Profissão dos pais

0:34 – Relação com a Lagoa de Óbidos

0:46 – Ensino

1:02 – Trabalho na Marinha

1:13 – Emigração

2:04 – Retorno a Portugal

2:07 – Alterações na Lagoa de Óbidos

2:45 – Recolha de limos

3:06 – Alterações na urbanização em torno da Lagoa

3:37 – Festas da Freguesia

3:54 – Intervenções e aberta da Lagoa

4:25 – Memórias da aberta da Lagoa

5:37 – Preservação e protecção da Lagoa

6:02 – Mudanças na Foz do Arelho

6:46 – Centro Interpretativo da Lagoa de Óbidos