Maria Ondina Fonseca

Maria Ondina Fonseca é natural de Cinfães do Douro, onde viveu até aos 14 anos, quando começou a trabalhar como doméstica, em São João da Madeira. Quando casou, aos 21 anos, começou a trabalhar na fábrica da Oliva. O seu marido trabalhava na fábrica do Calçado Nilo. Acompanhou todas as evoluções da fábrica da Oliva até 2004, entre a modernização, a diversificação da produção e as dificuldades financeiras. Recorda as greves e plenários muito frequentes na fábrica, no rescaldo da Revolução de 25 de Abril de 1974. Trabalhando sempre na cantina da fábrica, recorda as colegas e o convívio entre os trabalhadores, entre os dias de trabalho e as festas de Natal. Lamenta o fecho da fábrica, descrevendo todos os funcionários como membros de uma família.

0:00 – Informação biográfica
0:08 – Pais
0:18 – Educação
0:23 – Início da vida laboral
0:27 – Trabalho na Oliva
0:43 – Família
1:18 – Casamento
1:30 – Trabalho na cantina da Oliva
2:35 – Alterações na Oliva
2:56 – Saída da Oliva
3:15 – Trabalho na cantina da Oliva
4:36 – Entrada da Gertal
5:32 – Qualidade do serviço da cantina
7:47 – Confeção dos alimentos
8:17 – Entrada da Gertal e saída da Oliva
8:47 – Relação entre os trabalhadores
9:25 – Serviço de cantina
10:42 – Instrumentos de cozinha
11:17 – Mobiliário
11:40 – Pratos
12:32 – Festas de Natal
13:58 – Cooperativa de consumo
13:46 – Salários em atraso
14:25 – Falência da Oliva
14:47 – 25 de Abril de 1974 e alterações na empresa
17:02 – Filhos e netos
17:50 – Falência da Oliva
18:49 – Trabalho paralelo
19:10 – Festas da empresa
19:46 – Qualidade do serviço da cantina
20:43 – Higiene
21:28 – Colegas
21:44 – Fardamento
22:29 – Mulheres na fábrica
23:04 – Relação entre os trabalhadores
23:56 – Entrada da Gertal
24:45 – Trabalho no Natal
25:34 – Estudantes da Escola Industrial/Comercial
26:51 – Relação com a Oliva e os colegas