Maria Alice Alves

Maria Alice Alves nasceu em Vilarinho dos Galegos, onde viveu toda a sua vida. Os pais nunca se envolveram diretamente no contrabando, mas não denunciavam os fardos que eram atirados para as suas vinhas e terras pelos contrabandistas, em caso de fuga aos agentes da Guarda Fiscal. A localização estratégia da casa, num dos caminhos de entrada na povoação, e a conivência da família tornava-a num local importante de apoio, apesar do seu tio pertencer à Guarda Fiscal. Refere o Trola como um dos principais contrabandistas da povoação e recorda ainda algumas histórias e episódios ocorridos naquele período. Menciona ainda a contrabandista Beatriz Espanhola, a única mulher que desenvolvia a atividade de forma aberta, e que acompanhava com regularidade o Trola e o seu grupo.

00:00 – Contexto familiar

02:51 – Atividade do contrabando na aldeia

03:40 – Episódios sobre fardos abandonados pelos contrabandistas nos terrenos da família

05:40 – Tio era agente da Guarda Fiscal

05:52 – Episódios sobre fardos abandonados pelos contrabandistas nos terrenos da família

11:17 – Episódios sobre os seus familiares da Guarda Fiscal

14:38 – Confrontos entre contrabandistas e a Guarda Fiscal

16:15 – Referências a alguns dos agentes ali destacados

16:41 – Episódios sobre fardos abandonados pelos contrabandistas nos terrenos da família

17:22 – Produtos contrabandeados

18:28 – Contrabando de chocolates e lenços de seda

20:17 – Redes de distribuição dos produtos contrabandeados

21:16 – Viagens a Espanha para aquisição de produtos e consultas médicas

23:25 – Passadores portugueses e espanhóis –funcionamento, passagem a salto

24:18 – Família tinha um táxi e transportava pessoas para a fronteira

25:24 – Refere alguns dos principais contrabandistas da região

26:01 – Passagem do rio

28:33 – Mulheres contrabandistas

29:00 – Estratégias de dissimulação e contrainformação usadas pelos contrabandistas