Elísio Manta da Costa

Elísio Manta da Costa (n. 1946). Natural de Cucujães. Começou a trabalhar na indústria de chapelaria com 12 anos. Já o seu pai tinha sido chapeleiro, tendo trabalhado inclusivamente na FEPSA. Os seus tios também foram chapeleiros. Tendo terminado o seu serviço militar, Elísio foi trabalhar para a FEPSA, seguindo-se a sua passagem pela Molaflex, onde foi estofador de automóveis. Tornou depois à FEPSA, da qual se despediu uns anos mais tarde. Dada a sua atividade sindical, recorda as transformações que se verificaram nos direitos laborais após o 25 de abril de 1974, e fala-nos da greve dos chapeleiros que durou 33 dias, na qual tomou parte. Entrou na Cortadoria Nacional de Pêlo com 38 anos. Aí, começou por trabalhar na secção de separação do pêlo da pele, tendo sido depois ajudante de afinador de máquinas e ajudante do encarregado geral. Considera que a Cortadoria Nacional de Pêlo foi e é importante para São João da Madeira, pelo seu dinamismo e boa organização, gerando assim riqueza e providenciando postos de trabalho aos seus habitantes. Afirma que as suas indústrias “são aquilo que São João da Madeira é”.

0:00 – Relação familiar com a chapelaria

0:16 – Percurso profissional

0:27 – Fusão das chapelarias

0:57 – Percurso profissional

1:34 – Greve na Molaflex

7:50 – Percurso profissional

9:21 – 25 de Abril de 1974

10:58 – Atividade sindical e greves

12:15 – Alterações nas condições laborais

13:48 – Greve de 33 dias na indústria de chapelaria

15:36 – Situação da indústria de chapelaria e da CNP

18:13 – Compra de máquinas

18:52 – Percurso profissional

23:50 – Entrada na CNP

26:24 – Funções na CNP

30:47 – Situação da CNP

31:39 – CNP no contexto internacional

33:47 – Renovações na CNP

40:55 – Importância da CNP para São João da Madeira