Alberto Gonçalo Jacinto

Alberto Jacinto (n. 1963) é natural do Nadadouro começou a pescar aos 8 anos, com o avô, que o ensinou.

Os avós tinham terrenos agrícolas nas margens da Lagoa.

Considera que as transformações da Lagoa explicam a recente falta de pescado.

Tem memórias das cabanas onde os pescadores dormiam e guardavam os seus utensílios.

Relata o avanço tecnológico das embarcações e dos equipamentos de pesca, mas considera que a Legislação de pesca da Lagoa limita a actividade.

Recorda o convívio em torno da caldeirada de enguias, que apanhava com o pai e as peripécias passadas na Lagoa durante a infância.

Considera que a Lagoa tem sofrido com os maus hábitos dos habitantes, o que põe em causa a sua existência e a das espécies existentes. Vê como necessárias dragagens planeadas para aumentar o leito da Lagoa. Não concorda, no entanto, com o método que tem sido usado nas últimas intervenções.

0:00 – Informação biográfica

0:16 – Pesca com o avô

0:42 – Profissionalização da pesca

1:01 – Agricultura

1:21 – Espécies de aves

1:55 – Espécies de peixe

2:13 – Escassez de pescado

2:54 – Cabanas dos pescadores

3:52 – Recolha de limos

4:46 – Aberta da Lagoa

5:44 – Equipamentos de pesca

6:48 – Galrichos

7:32 – Embarcações

7:59 – Pesca à fisga

8:35 – Quotidiano

8:52 – Susto na Lagoa

10:17 – Intervenções necessárias e redução de pescado

11:28 – Dragagens

12:50 – Importância da Lagoa de Óbidos

13:37 – Poluição e esgotos

13:58 – Alterações na pesca

14:53 – Alterações nas margens

16:10 – D. Carlos