Pedro Nunes Rodrigues

SINOPSE
Pedro Nunes Rodrigues esteve 2 anos e 2 meses na Guerra Colonial, em Moçambique. Foi mobilizado como Alferes de Operações Especiais, no campo das Acções Psicológicas.
Participou na criação e no treino do exército moçambicano, ajudando a formar vários batalhões. Procurou relacionar-se com as populações das zonas por onde passava, casando em Moçambique.
Voltou para Portugal, em 1971. Nunca aceitou a situação política, revoltando-o a Ditadura portuguesa e a falta de preparação dos soldados enviados para a Guerra. Em África, procurou contrariar essa lacuna.
No dia da Revolução encontrava-se a trabalhar em Tróia, vindo para Lisboa quando recebeu a notícia através de colegas militares, tendo participado nas operações revolucionárias.
Considera que o processo de descolonização foi mal guiado, pela inexistência de tropas locais organizadas.
Recorda a tentativa de golpe de 11 de Março de 1975, no qual se viu envolvido, sendo preso injustamente por ser favorável a Melo Antunes. Independentemente dos quadrantes políticos, defendeu sempre a Democracia.

0:00 – Guerra Colonial
0:52 – Acções Psicológicas
1:33 – Exército moçambicano
2:53 – Diferenças culturais
3:46 – Envolvimento com as populações
4:24 – Retorno a Portugal
5:15 – Participação política
6:04 – Dia 25 de Abril de 1974
11:42 – Revolta com a Guerra Colonial
13:24 – Preocupação com a descolonização
14:28 – Tentativa de Golpe de 11 de Março de 1975

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