Fernando Carvalho

O interesse de Fernando Carvalho pela música despertou muito cedo, por influência do avô, tendo começado a ir à Ópera no Coliseu de Lisboa, com amigos de escola, numa produção de Don Carlo, com Mara Zampieri.
Fez parte, durante 20 anos, do coro residente do TNSC, tendo-se estreado na ópera Aida, de Verdi.
Recorda que o Coliseu de Lisboa tinha um público mais variado do que o Teatro Nacional de São Carlos, que considera um espaço especial.
Trabalha, actualmente, no Arquivo do Teatro, empenhando-se na manutenção das memórias da Ópera e do espaço, lamentando a falta de pessoal e de equipamentos para tratar a informação.
Foi um dos responsáveis da exposição “Maria Callas – A Exposição de Lisboa”, que comemorou os 50 anos da passagem da cantora lírica pela capital.
Lamenta o fim da Companhia de Ópera do Teatro da Trindade e a inexistência de um palco intermédio entre o Conservatório de Música e o TNSC.

0:00 – Primeira ida à Ópera
1:01 – Impacto da primeira ópera e democratização do Coliseu de Lisboa
2:13 – Frequência do Teatro Nacional de São Carlos
2:53 – Produções marcantes
3:12 – Participação no coro do TNSC
4:09 – Primeiro ensaio com o Maestro Beltrami
5:42 – Evoluções nas direcções do TNSC
8:25 – Trabalho no Centro Histórico do Teatro
9:27 – Exposição sobre Maria Callas
12:29 – Importância da memória e dos arquivos
17:18 – Interesse pela música
18:18 – Diferenças na formação musical
19:38 – Teatro da Trindade e falta de um palco intermédio
21:59 – Influência da Revolução de 25 de Abril de 1974
23:03 – Espectáculos e vozes marcantes
24:25 – Importância da memória para a Ópera

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