Avelino Fernandes Semedo

SINOPSE
Avelino Fernandes Semedo recorda o período da Ditadura como algo muito marcado pelos relatos dos soldados na Guerra Colonial e pelos conhecidos mortos em combate. Considera que a sua geração cresceu sob a pressão de um dia ser mobilizado e que tal boicotou a hipótese de uma infância normal.
Recorda, igualmente, a falta de liberdade e a desconfiança dos informadores.
Cumpria o serviço militar quando se deu a Revolução de 25 de Abril, o que o salvou de ser mobilizado para África. Na noite da Revolução, encontrava-se a vigiar os militares responsáveis pela tentativa de golpe de 16 de Março de 1974.
Considera que a Revolução foi necessária e natural, acabando com um regime que considerava moribundo. Fazendo parte da Polícia Militar, foi um dos encarregados pela prisão dos agentes e do Director da PIDE, Silva Pais.
Participou nas celebrações do primeiro Dia do Trabalhador, das quais recorda a união das diferentes forças políticas democráticas.
De todo o processo, sublinha o sentimento de alegria espontânea da população.

0:00 – Guerra Colonial
1:44 – Entrada para o serviço militar
2:20 – Falta de liberdade
2:48 – Revolução de 25 de Abril de 1974
4:47 – Primeiro 1º de Maio
5:21 – Importância da Polícia Militar
5:25 – Prisão dos agentes da PIDE
6:30 – Prisão de Silva Pais
7:56 – Retrospectiva da Revolução
9:23 – Discurso de Mário Soares e Manifestação da Fonte Luminosa

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