Ana Fonseca

SINOPSE

Ana Fonseca é coordenadora do Sector de Relações Públicas e Bilheteira do Teatro Nacional de São Carlos.
Começou a frequentar o Teatro na adolescência, embora em concertos. Assistiu à primeira ópera em Dezembro de 1989, na actuação de Plácido Domingo.
Nunca pensou em fazer carreira no TNSC, tendo começado no Departamento de Contabilidade.
Trabalhando no Teatro, recebe todas as grandes figuras que o visitam, tendo a sensação de missão cumprida aquando do sucesso das obras.
Considera que o Teatro Nacional de São Carlos sempre foi um espaço de afirmação de poder, com expoente máximo na Tribuna.
Tem assistido a uma progressiva democratização do TNSC, quer ao nível do público, quer ao nível dos artistas em si, exemplificada na encenação de Graham Vick da ópera “O Anel do Nibelungo”.
Vê o TNSC como um sítio mágico, em que é um privilégio trabalhar pelo contacto constante com os artistas e o ambiente rodeado por música.

0:00 – Primeira ida à ópera/ actuação de Plácido Domingo
2:40 – Reacções do público de ópera
4:12 – Sentimento em relação às emoções do público
4:46 – Recepção de figuras públicas
5:21 – Marcelo Rebelo de Sousa
6:54 – TNSC como espaço de poder
7:56 – Presidentes da República e o TNSC
8:20 – Tribuna como espaço de poder
11:11 – Percurso profissional
12:12 – Mudança de atitude nos artistas
13:43 – Público do TNSC
14:55 – Ópera e crítica
16:44 – Trabalho como coordenadora do Sector de Relações Públicas e Bilheteira
19:04 – Ópera em teatros estrangeiros
20:50 – Papel do TNSC na sociedade portuguesa
23:43 – Afluência do TNSC
24:25 – Progressão social do espectador de ópera
25:09 – Estratificação social do TNSC
26:46 – Óperas de destaque
29:40 – Funcionamento do TNSC
31:39 – Amália Rodrigues no TNSC
32:50 – Relação com a música
36:11 – Divulgação das programações durante o Estado Novo

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